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Câncer de mama masculino

Detectado mais em mulheres, o câncer de mama pode atingir a ala masculina muito mais do que se pensa.

É raro. Mas é possível, um homem ter câncer de mama. Por não ter seios como as mulheres, muitos nem imaginam que a doença pode atingi-los. Apesar das estatísticas apontarem que há um homem portador para cada cem mulheres no Brasil, o diagnóstico precoce e a quebra de preconceitos facilitam o tratamento e aumentam as possibilidades de cura.

Na fase do tumor benigno, ele pode ser confundido com doenças como a ginecomastia, que é o aumento da mama. Isso porque os homens têm glândula mamária, apenas elas são atrofiadas. O uso de anabolizantes, hormônios e terapia de reposição hormonal muscular convencional podem impedir um diagnóstico claro da doença e até mesmo a desenvolvê-la

Os sintomas do câncer de mama masculina são, praticamente, os mesmos apresentados por pacientes mulheres. Ou seja, podem ser encontrados nódulos sem dor na região mamária ou até mesmo uma ferida na aréola ou mamilo que não cicatriza.

Sabemos que esta patologia é mais freqüente na faixa entre 50 e 65 anos de idade, ou seja, 10 anos mais tarde que a média de idade das mulheres.

Casos de câncer de mama na família, obesidade e tratamento hormonais prolongados são considerados fatores de predisposição à doença, segundo os médicos.

Pesquisa estuda “sobreviventes a longo prazo” do câncer de mama

Uma pesquisa realizada em 16 hospitais espanhóis conseguiu definir pela primeira vez o perfil das pacientes consideradas “sobreviventes a longo prazo” de um tipo de câncer de mama, o HER2 positivo.

O trabalho conseguiu reunir 103 mulheres que apresentavam um tumor HER2 positivo em fase avançada e que receberam tratamento com quimioterapia e Trastuzumab (Herceptin).

Todas elas sobreviveram três ou mais anos e apresentaram em alguns casos uma remissão completa do tumor. O normal é que quando um tumor de mama faz metástase e se espalha pelo organismo, a sobrevivência da paciente não dure mais de dois ou três anos.

O estudo espanhol foi apresentado hoje na 49ª reunião anual da Sociedade Americana de Oncologia Clínica (ASCO) que reúne até 4 de junho em Chicago mais de 30 mil especialistas em câncer.

O doutor Enrique Espinosa, médico adjunto do Serviço de Oncologia do Hospital La Paz de Madri, foi o encarregado de expor o trabalho, denominado LongHER, cujo objetivo é traçar o perfil molecular e clínico dessas pacientes.

“A pesquisa começou porque os oncologistas perceberam que algumas pacientes com metástase viviam muito mais que o esperado e sem sinais de doença”, explicou o médico a veículos de imprensa espanhóis presentes na reunião da ASCO.

Essas mulheres foram tratadas com o anticorpo Trastuzumab e ainda continuam com o câncer “porque por ser um grupo tão raro não sabemos se podemos extirpá-lo”, acrescentou.

“É tão raro que uma paciente com um tumor disseminado seja curada, que ainda não nos atrevemos a dizer que se curaram e por isso falamos de sobreviventes a longo prazo”, algumas delas com seis anos sem a presença da doença, mas com o tratamento ainda em vigor.

O médico insistiu que “em muitas delas a doença está estagnada e em outras desapareceu, mas falar de cura em relação a câncer de mama é um insulto. Pode haver recaídas inclusive após dez anos”.

O dado notável é que os 16 hospitais espanhóis apresentaram seus casos isolados e conseguiram reunir essas 100 mulheres. Foram analisados seus dados clínicos e, nos casos em que foi possível, os tumores.

As análises clínicas não mostraram características específicas que pudessem ser consideradas definitivas, como a idade ou o estado menopáusico, mas exibiram um denominador comum: nenhuma tinha sido tratada com o remédio Herceptin quando o tumor foi diagnosticado, já que à época não era utilizado, mas sim quando já aconteceu a disseminação do câncer.

Hoje em dia esse tratamento se aplica em fase precoce, após a cirurgia e junto à quimioterapia.

“Isto sugere que, dentro do grupo dos tumores de mama HER2 positivo (20% do total de carcinomas de mama), que são muito sensíveis à droga, de modo que este pode eliminar a doença embora existam metástases”, indicou o especialista.

Das 103 mulheres, 51 não apresentam doença e o restante apresenta, mas controlada. A cada três semanas elas vão ao hospital para receber por via intravenosa o Trastuzumab.

Para o estudo molecular, os autores compararam o genoma dos tumores das mulheres do LongHER com o de outros tumores que tinham respondido mal ao tratamento, ou seja, haviam progredido depois de poucos meses de tratamento.

“Assim como os tumores LongHER não exibiam características moleculares especiais”, comentou Espinosa, “no outro grupo foi identificado um padrão a partir do qual se poderia chegar a identificar as pacientes que não vão responder ou vão reagir muito pouco ao tratamento com Herceptin”.

Portanto, uma das conclusões do estudo é que a análise do genoma permitiria prever em que pacientes tratadas com o anticorpo Herceptin a doença vai a progredir mais lentamente.

Cientistas dizem ter descoberto cura para o câncer de mama

Em sua essência, o câncer é uma célula entre milhões de outras que começa a funcionar mal. No caso do câncer de mama, na maioria das vezes essa célula maligna fica nos ductos que levam o leite da glândula mamária até o mamilo. Mas, por que ali e não em outra parte? O que há nesta região?

David Gilley, da Faculdade de Medicina da Universidade de Indiana, nos Estados Unidos, e Connie Eaves, do Laboratório Terry Fox da Agência para o Câncer em Vancouver, no Canadá, ficaram perplexos ao descobrir a resposta.

Em seu estudo, publicado na revista especializada Stem Cell Reports, eles explicam como descobriram que todas as mulheres – propensas ou não a desenvolver câncer de mama – têm uma classe particular de células-mãe com telômeros (estruturas que formam as extremidades do cromossomo) extremamente curtos.

Os cientistas se deram conta de que estes cromossomos, com as extremidades tão pequenas, fazem com que as células fiquem mais propensas a sofrer mutações que podem desenvolver o câncer.

Diferentemente de muitos estudos sobre o câncer, a investigação se deu em mulheres normais que doaram seus tecidos após terem se submetido a uma operação de redução de seios por razões estéticas.

“O que procurávamos eram possíveis vulnerabilidades em células normais que fizeram com que se tornassem malignas”, explicou Gilley à BBC Mundo.

Alimentos que protegem do câncer

Os alimentos que protegem do câncer possuem características que ajudam a bloquear as enzimas causadoras de metástases, produzidas pelas células cancerígenas. Eles ajudam também a desintoxicar o organismo, varrendo os radicais livres, evitando a oxidação das células.

Assim as células ficam mais protegidas e correm um menor risco de sofrer algum tipo de mutação que levaria ao surgimento ou ao agravamento do câncer. Por exemplo, as fibras quando são ingeridas atuam no sistema intestinal absorvendo os elementos causadores de câncer e os removem, impedindo a irritação e a sua absorção pela parede intestinal.

Os alimentos ricos em vitaminas do complexo B, principalmente as vitaminas B6 fortalecem as mucosas e não deixa que as células passem pelo processo de mutação, que daria início ao câncer.

Segundo as últimas pesquisas científicas, as substâncias fitoquímicas, possuem a capacidade de impedir a transformação de uma célula saudável em uma célula cancerígena. Na verdade os indivíduos que se alimentam mais de legumes e frutas estão mais protegidas do câncer.

Cisto na mama pode virar câncer?

Não existe comprovação científica de que um cisto na mama possa virar um câncer. O cisto na mama, também conhecido por cisto mamário, é uma alteração benigna que aparece em quase todas as mulheres, entre os 15 e os 50 anos de idade.

Ele é caracterizado pela presença de líquido em seu interior, e não representa nenhum tipo de perigo para a saúde. O cisto na mama pode aumentar durante a menstruação e diminuir ao fim da mesma, por vários meses seguidos, e é uma alteração normal.

Na maioria das vezes o cisto não dói e dificilmente é percebido pela mulher. Em geral só se percebe um cisto na mama quando ele é muito grande e a mama fica mais inchada e mais pesada.

O cisto na mama pode ainda ser diagnosticado através do ultrassom mamário ou da mamografia, e não requer tratamento específico. As mulheres que possuem um cisto muito grande que causam dor e desconforto podem beneficiar-se de uma punção para a retirada do líquido que forma o cisto, dando um fim ao problema.

Não se sabe o porquê, mas mulheres que apresentam vários cistos mamários, mesmo que os retire por meio da punção, tendem a desenvolver novos cistos na mama.

Campanha SE TOQUE contra o câncer de mama

Campanha SE TOQUE contra o câncer de mama

O Instituto Se Toque é uma associação sem fins lucrativos fundada em 2005, por Monica Serra, que vê a educação como instrumento de conscientização e mobilização para a mudança de hábitos de vida na prevenção de doenças.

Valoriza a mulher como pilar da família, tendo como foco principal a informação sobre o câncer de mama.

O nome da campanha é interessante pelo seu sentido duplo, da pessoa perceber que tem que fazer o exame e saber como se faz.

Doze sintomas do câncer de mama

Confira 12 sintomas do câncer de mama que você não deve ignorar:

  1. Mama mais dura que o normal;
  2. Presença de um sulco na mama, como se fosse um afundamento de uma parte da mama;
  3. Pequenas feridas na pele;
  4. Vermelhidão ou ardor na mama;
  5. Saída de um líquido desconhecido pelo mamilo;
  6. Espécie de “buraquinhos” na pele da mama;
  7. Alguma protuberância na mama;
  8. Veia facilmente observada e crescente;
  9. Afundamento do mamilo;
  10. Assimetria entre as duas mamas, como, por exemplo, uma maior que a outra;
  11. Pele da mama mais grossa que o normal, com aspecto de casca de laranja;
  12. Nódulo ou pequeno caroço interno, palpável e dolorido.